terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


"Sentou-se de frente para ele como fez em setembro. O conduziu lentamente para o oculto donde as palavras se escondiam, e lá o protegeu."



"Ele falava como se fosse o próprio amor...sentava e aos poucos com um breve sorriso expressava toda a sua força.Era menino quando se fez homem e sabia das coisas quando dormia.
Ele só queria seguir um caminho..."
              



                  
   [Dueto- fragmentos]






Marilia de Almeida

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